Ver perfil

Informativo JDL #2 - abr. 21

Informativo JDL
Informativo JDL #2 - abr. 21
Por Jornalismo, Direito e Liberdade • Edição Nº2 • Ver na web
Olá!
Seja muito bem-vinde à segunda edição do Informativo JDL, a newsletter do grupo de pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade da ECA/IEA - USP! Aqui você encontra um apanhado das nossas discussões, atividade e publicações, além de dicas de leitura, eventos e outras recomendações reunidas pela curadoria esperta da nossa equipe de integrantes.
Nesta edição, compartilhamos com vocês destaques do mês de abril, apresentamos o tema de nosso próximo seminário, Jornalismo como Bem Público, e indicamos dois documentários quentíssimos que prometem dar o que falar nas próximas semanas!
E se você se interessa por inteligência artificial, regulação das mídias sociais, a literatura de Bernardo Kucinski e jornalismo transnacional, fique com a gente até o fim que temos links que com certeza vão interessar.
Viu por aí alguma coisa interessante que se encaixa nos nossos temas? Então manda pra gente! É só responder a essa mensagem pelo seu email com indicações, dúvidas, críticas e comentários!
Vamos lá?

Estamos falando sobre...
Jornalismo como Bem Público
Nosso próximo seminário, intitulado “O Jornalismo como Bem Público”, marcará o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em 03 de maio de 2021. O evento que ocorrerá às 17hs com transmissão no canal do Youtube do LabJor da FAAP é uma iniciativa do Curso de Jornalismo da FAAP e do JDL, e conta com a organização e mediação da professora Edilamar Galvão, uma contribuição em vídeo de Guilherme Canela (UNESCO), e a participação de Laura Mattos (JDL e Folha de S. Paulo), da advogada Taís Gasparian e de João Brant (Observacom).
Mais informações sobre o evento em nosso site.
Destaques do JDL no mês de abril
Em 07 de abril ocorreu a defesa e aprovação da Dissertação de Mestrado do pesquisador e produtor audiovisual Giovanni Francischelli, pelo PPGCom da ECA-USP. O título do trabalho é “Regulação e fomento para a produção audiovisual brasileira e independente: uma análise da política do Fundo Setorial do Audiovisual”, em que discute o papel do Estado na regulação e fomento do campo do audiovisual, os marcos normativos que orientam as políticas do campo, além de fazer uma análise da aplicação desses marcos a partir dos dez anos de implementação do Fundo Setorial do Audiovisual pela Ancine.
A banca contou com a participação dos professores Helena Martins do Rêgo Barreto (UFC), João Brant (Observacom), Eugênio Bucci (ECA), e o orientador Vitor Blotta (ECA). A defesa aconteceu de maneira remota e a transmissão está disponível no canal do Youtube do PPGCom da ECA-USP.
No mesmo dia 07 de abril, Dia do Jornalista e Dia Mundial da Saúde, fizemos parte da Vigília pela Vida e pela Liberdade, ato virtual que contou com a participação de dezenas de jornalistas, especialistas e artistas em prol da liberdade de imprensa e da saúde pública, diante das desastrosas políticas federais de combate à pandemia da Covid-19, e do sensível aumento da violência contra jornalistas e o direito à informação nos últimos anos. O ato teve transmissão pelos canais da Rede TVT e por diversos outros veículos e mídias, e pode ser acessado no canal do Youtube da TVT.
No dia 17 de abril, realizamos o seminário “Tensões entre Liberdade de Expressão e a Lei de Segurança Nacional”. O evento contou com exposições dos professores de Direito Lucas de Laurentiis (PUC-Campinas) e Tayara Lemos (UFJF), comentários de Camilo Vannuchi (JDL) e a mediação de Edilamar Galvão (JDL e FAAP). O encontro foi recheado de análises históricas, jurídicas e políticas dos expositores e do debatedor, todas de grande valia para a discussão atual sobre a constitucionalidade e o significado da persistência da Lei de Segurança Nacional para nossa democracia.
A transmissão na íntegra pode ser conferida no canal do Youtube do CJE da ECA - USP ou pelo vídeo abaixo.
Seminário Tensões entre Liberdade de Expressão e a Lei de Segurança Nacional
Seminário Tensões entre Liberdade de Expressão e a Lei de Segurança Nacional
O JDL tá on!
Se você gosta de acompanhar nossos eventos, fique ligado: agora o JDL tem o próprio canal do Youtube! Para celebrar o lançamento, compartilhamos o seminário “Opinião Pública e Legitimidade em Tempos de Mídias Sociais”, organizado pelo JDL em 14 de maio de 2020, com participação e marcante exposição do saudoso professor Ciro Marcondes Filho (1948-2020) sobre seu projeto Tragédias Políticas. Nosso canal será alimentado periodicamente com diversos conteúdos acadêmicos realizados pela equipe do JDL. Inscreva-se e não perca nenhuma atualização!
Na academia e na imprensa
Algumas publicações recentes de integrantes do JDL
  • O pesquisador Camilo Vannuchi escreveu em sua coluna no UOL sobre “O dia em que a Lei de Segurança Nacional foi Condenada”, com inspiração em seus estudos e no seminário do JDL “Tensões entre Liberdade de Expressão e a Lei de Segurança Nacional”. O histórico júri simulado sobre a LSN fora organizado pela Comissão de Justiça e Paz no Teatro Municipal de São Paulo, em 10 de maio de 1983, com a participação de ilustres como Teotônio Vilela (Presidente do Júri), Márcio Thomaz Bastos (Promotor) e Luiz Eduardo Greenhalg (advogado de defesa).
  • Destacamos também o ensaio “A Humanidade Encontra sua Irrelevância”, do professor Eugênio Bucci, publicado também em 2020 na Revista Estudos Avançados do IEA-USP. No texto, Bucci discorre, com inspiração em Paul Valéry, sobre a desvalorização do espírito humano diante da “datificação” das pessoas no atual estágio do capitalismo, e da destruição desigual da espécie provocada pela pandemia da Covid-19.
Confira o trecho a seguir:
Estas palavras nasceram em meio a um cosmos sangrento ou, pior, exangue, de tal sorte que agora é tarde. O impulso “deletante”, afinal, não venceu a pulsão diletante. Prevaleceu, como se nota, o diletantismo pessimista. E para quê? Para quem? Para que estas histórias? Aliás, olhemos para longe: para que a História, aquela com H maiúsculo? Num tempo em que as condutas performáticas dos líderes populistas se orientam pela desorientação caótica daquilo que excita as redes sociais, de que valerá a memória? De que vale a coerência? De que vale a lógica entre um ato e outro? De que valeriam então estas linhas? E, repita-se, de que vale a História? Este é o ponto. Este é o ponto de interrogação.
Novidades
Publicações recentes de referência indicadas pelo JDL
(…) the results show that subtly shifting attention to accuracy increases the quality of news that people subsequently share. Together with additional computational analyses, these findings indicate that people often share misinformation because their attention is focused on factors other than accuracy—and therefore they fail to implement a strongly held preference for accurate sharing. Our results challenge the popular claim that people value partisanship over accuracy, and provide evidence for scalable attention-based interventions that social media platforms could easily implement to counter misinformation online.
How do people view media they come across in everyday life, and what can that tell us about why they do (and do not) trust the news they encounter? In early 2021, the Reuters Institute held a series of focus group discussions and interviews with cross-sections of people on four continents to learn more about the way people think about these matters. They told us about what they liked, what they disliked, and, most importantly, what they found trustworthy and untrustworthy about news, and why.
O documento aponta dificuldades na aplicação de leis de proteção de dados nos contextos eleitorais dos países analisados.
Por Lucia Santaella
Es de grandes proporciones el impacto que la IA ha provocado en la cultura. El primero se presenta bajo la forma del desafío ante la hegemonía ejercida por las grandes empresas de datos o big techs sobre el funcionamiento de la cultura a escala global, con fuertes repercusiones en América Latina y el Caribe (ALC). Como contrapunto necesario, en el Norte Global existe una creciente movilización de IA en las cadenas creativas y de valor alternativas, lo que representa para la cultura de ALC un segundo desafío que se añade al primero: el riesgo de la profundización de una brecha digital entre el Norte y el Sur Global. Este paper analiza las implicaciones de los desafíos señalados y aporta recomendaciones relativas a las posibles estrategias para su abordaje.
Since its founding, in 2004, Facebook had modelled itself as a haven of free expression on the Internet. But in the past few years, as conspiracy theories, hate speech, and disinformation have spread on the platform, critics have come to worry that the company poses a danger to democracy. Facebook promised to change that with the Oversight Board: it would assemble a council of sage advisers—the group eventually included humanitarian activists, a former Prime Minister, and a Nobel laureate—who would hear appeals over what kind of speech should be allowed on the site. Its decisions would be binding, overruling even those of Mark Zuckerberg, the company’s founder.
Agende-se!
Eventos, oportunidades, cursos e muito mais!
CONGRESSOS E CONFERÊNCIAS
1) Vem aí | Intercom
O 44º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação será realizado de 4 a 9 de outubro de 2021, na modalidade virtual, com organização da Intercom e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O período de inscrições começa no dia 1º de junho e aqueles interessados em apresentar seus trabalhos devem realizar a submissão dos papers até 12 de agosto.
2) Conferência online | ICA
A Associação Internacional de Comunicação (ICA) promove sua conferência número 71 em modelo virtual. O tema “Envolver o Trabalho Essencial de Cuidado: Comunicação, Conectividade e Justiça Social” convoca participantes a examinar como o cuidado estrutura nossas vidas sociais e interconectadas.
3) Chamada de trabalhos | C4AI
O Seminário Internacional “Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais”, a ser realizado on-line nos dias 13 e 14 de dezembro de 2021, está com chamada aberta para quem deseja apresentar seus trabalhos. O evento está sendo organizado pelo C4AI, Centro de Inteligência Artificial estabelecido em 2020 por meio de aporte da IBM e FAPESP e que tem a USP como instituição sede.
O prazo para a submissão dos resumos vai até o dia 22 de junho de 2021. Mais informações sobre diretrizes e tópicos de interesse podem ser conferidos no site do evento.
CURSOS
1) MOCC voltado a juízes e atores judiciais aborda liberdade de expressão e segurança dos jornalistas
A UNESCO e o Instituto Bonavero de Direitos Humanos da Universidade de Oxford promovem Curso Online Aberto Massivo Conjunto (MOOC) sobre regulamentos internacionais e jurisprudência regional em matéria de liberdade de expressão, acesso à informação e segurança dos jornalistas. Gratuito.
Link: (espanhol) 
OPORTUNIDADES
1) Bolsa de estudos Rosalynn Carter para Jornalismo em Saúde Mental 2021
O Centro Carter e a Universidade de La Sabana (Colômbia), em associação à Fundação Gabo, abriram convocatória de bolsa para jornalistas latino-americanos que investiguem e produzam reportagens sobre o estado da saúde mental na região. Candidatos devem falar inglês e ter pelo menos três anos de experiência profissional.
O prazo para as inscrições vai até o dia 10 de julho de 2021.
Saiba mais (inglês)
2) Prêmio europeu reserva 200 mil euros para projetos em jornalismo transnacional
Até 20 de maio | O journalismfund.eu seleciona ideias de jornalistas profissionais para produção de reportagens relevantes para os grupos-alvo europeus. Os projetos podem incluir pesquisa internacional, trabalho em rede entre colegas e métodos de investigação inovadores. Embora seja voltado para jornalistas e equipes da Europa, ela pode se transformar futuramente em colaboração com jornalistas brasileiros - como qualquer investigação transnacional. Saiba mais (inglês)
3) Chamada de inscrições para grupo de estudos
A cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) está ocupada neste ano de 2021-2022 pela catedrática Lucia Santaella. A coordenação acadêmica é de Eugênio Bucci. Várias atividades estão sendo propostas para essa cátedra: debates entre importantes especialistas brasileiros e palestras de estrangeiros sobre temas controversos e desafiantes do nosso tempo relativos às simbioses entre humano e tecnologia. A equipe da cátedra está formando um grupo de estudos para acompanhar essas atividades em agenciamentos próprios coordenados por um grupo de líderes. Para mais informações veja a palestra de abertura da cátedra.
INSCREVA-SE pela página da cátedra OS no site do IEA
Na cabeceira
Nossas dicas de leitura e do que fazer com o controle remoto
B. Kucinski é a identidade literária de Bernardo Kucinski, jornalista graduado em física, ex-preso e exilado político, teórico da informação, professor titular aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP. Ativo e genial aos 84 anos, B. Kucinski acaba de lançar seu sexto livro de ficção, todos eles publicados num intervalo de dez anos. Sua estreia nessa nova seara, em 2011, com o romance K. (Expressão Popular), mais tarde rebatizado de K. - Relato de uma Busca (Companhia das Letras), rendeu-lhe merecido reconhecimento e foi finalista em prêmios importantes, como Portugal Telecom, Machado de Assis e o Prêmio São Paulo de Literatura. Em seguida, vieram o romance policial Alice (Rocco, 2014), o livro de contos Você vai voltar pra mim (Cosac&Naify, 2014), e as novelas A nova ordem (2019) e Júlia (2020), essas duas publicadas pela Alameda, sua atual editora.
Neste A cicatriz e outras histórias, Kucinski reúne 101 textos ágeis, todos eles entre uma e quatro páginas, quase sempre ministrados a seco, sem tempo para firulas e elucubrações. Sua narrativa é a um só tempo contemplativa e dura, às vezes amarga ou melancólica, mas nunca ressentida ou dramática. Tampouco arrastada ou melíflua. Lê-se como quem bebe sem gelo, que é para sentir as arestas das palavras. São personagens frequentes de seus contos o torturador e o torturado, a jovem idealista confrontada com a estrutura patriarcal (que resiste após a revolução sexual e a redemocratização), o rabino comunista impelido a celebrar o funeral de um velho companheiro do Partido, a quase memória de um avô que somente se comunicava em iídiche, o revolucionário que palmilha o centro da cidade oscilando o pensamento entre os afazeres cotidianos, a sombra dos problemas sociais à sua volta e as lembranças de um passado amordaçado. Os contos de Você vai voltar para mim – fora de catálogo desde o fechamento da Cosac, em 2015 – foram todos incluídos nesta reunião. Tem um pouco de K. espalhado por seus contos. Tem um pouco do exílio em Londres, um pouco de Ana Rosa Kucinski, a irmã desaparecida em 1974, outro tanto da comunidade judaica paulistana. E o sentido da permanência das muitas lutas que se foram. Mas ficam.
A cicatriz e outras histórias pode ser adquirido nas livrarias e na loja online da editora
O filme de Sophia Nahli Allison, indicado na mais recente edição do Oscar na categoria documentário curta-metragem, mergulha com delicadeza e revolta no ambiente conflagrado de Los Angeles após o assassinato de uma menina de 15 anos, em 1991. Preta, estudante do Ensino Médio, com o sonho de se formar advogada, Latasha foi morta na loja de conveniência onde acabara de comprar uma caixa de suco de laranja, de US$ 1,79. Pagou pelo produto e levou um tiro, disparado pela dona da loja, uma coreana de 51 anos que, segundo outras meninas negras do bairro, costumava lhes apontar o revólver. A violência se repetiu no tribunal: Soon Ja Du não ficou nem um dia presa, apesar de tudo ter sido registrado pelo sistema de segurança da própria loja. Pagou uma multa de 500 dólares e as despesas do funeral, prestou serviço comunitário e ficou cinco anos em liberdade condicional.
Esse episódio quase banal – porque, embora inaceitável, se repete aos montes contra a juventude negra, sobretudo no Brasil – só ganhou repercussão por conta das câmeras de vídeo. E ajudaram a alimentar um clima de indignação que desembocaria, no ano seguinte, numa sequência de tumultos deflagrados em Los Angeles, após a absolvição de quatro policiais brancos que agrediram um operário negro – também flagrados por câmeras. O filme sobre Latasha combina imagens de arquivo e depoimentos da prima e melhor amiga, embrulhados numa montagem instigante. Rememorar o caso, trinta anos depois, torna-se especialmente oportuno após a condenação – raríssima, se não for inédita – de um policial branco, Derek Chauvin, por estrangular até a morte o civil negro George Floyd, também num mercado dos Estados Unidos.
Uma canção para Latasha está disponível na Netflix.
Esse é para ficar de olho. Escolhido melhor longa metragem na 26ª edição do festival internacional de documentários É Tudo Verdade, em abril, o filme de Ricardo Calil (de “Uma noite em 67”) e Armando Antenore ainda não foi lançado fora do circuito de festivais. Nele, os diretores resgatam uma faceta pouco explorada da ditadura militar no Brasil, a prática de divulgar histórias de arrependimentos por jovens que militavam na luta armada e transformá-las em peças de propaganda, engrossando as fileiras do “Brasil, ame ou deixe-o” e do “Este é um país que vai pra frente”. Arrancadas sob tortura, como forma de escapar da prisão ou da morte, as mensagens de arrependimento eram divulgadas por escrito – às vezes apenas assinadas pelos presos, sob fortes ameaças dos torturadores – e também gravadas em vídeo ou exploradas em entrevistas para a TV. Os estúdios da Globo, no Jardim Botânico, prestaram-se mais de uma vez a esta função de triste memória. O mérito do documentário foi ter voltado a esses jovens para ouvir o que dizem, quase 50 anos depois. Alguns arrependidos sustentam até hoje a versão de que o fizeram de forma espontânea – e chegam a nos convencer. Outros revelam os bastidores da fraude. No vídeo, conferimos também a história do jovem Massafumi Yoshinaga, que teve seu rosto estampado na capa da revista Veja por ocasião de seu “arrependimento” e acabou tendo um destino trágico. Como Galileu Galilei, houve os que renegaram suas convicções em praça pública, alimentando a desinformação na imprensa dos anos 1970. Eppur se muove!  
Contate-nos!
Gostou da nossa newsletter? Então se inscreva no link e receba nossas próximas edições direto na sua caixa de entrada. Aproveite para encaminhar esta edição a quem possa se interessar também.
Tem alguma dúvida, crítica ou sugestão? Basta responder a esta mensagem como um email normal e falar com a gente. Você também pode entrar em contato direto pelo email jordirlibnews@gmail.com.
Conheça mais sobre o JDL em nosso site oficial, e em nossa página no site do IEA - Instituto de Estudos Avançados da USP.
Agradecemos pela leitura e nos vemos na próxima edição!
Curtiu essa edição?
Jornalismo, Direito e Liberdade

Jornalismo, Direito e Liberdade (JDL) é um grupo de pesquisa que lida com problemas em torno do jornalismo e das liberdades e direitos de informação e comunicação vinculado à Escola de Comunicações e Artes e ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.

Assine nossa newsletter e receba direto na sua caixa de entrada um apanhado sobre nossas discussões e publicações recentes, eventos e dicas de leitura para encarar os desafios do tempo presente.

Se você não quer mais receber essa newsletter, por favor cancele sua assinatura aqui.
Se você recebeu essa newsletter de alguém e curtiu, você pode assinar aqui.
Curadoria cuidadosa de Jornalismo, Direito e Liberdade via Revue.
Grupo de pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade - ECA/IEA USP